quarta-feira, 28 de abril de 2021

Médica veterinária e voluntária da ACPA irá participar de seminário da Assembleia Legislativa

 


Propor avanços na legislação municipal para assegurar os direitos dos animais é o propósito do próximo seminário da Assembleia Legislativa, que acontece nesta quinta-feira (29), entre 13h30min e 18h30min. O debate virtual vai reunir especialistas, lideranças e interessados no tema para discutir a elaboração de políticas públicas voltadas aos animais no âmbito das cidades. A iniciativa é do presidente do Legislativo, deputado Gabriel Souza, que também é médico veterinário, e integra as ações da Casa pelo Abril Laranja, mês de prevenção dos maus-tratos aos animais. 

Santiago e a Associação de Conservação e Proteção aos Animais estarão representados: a médica veterinária, voluntária da ACPA e também vereadora, Dra. Eva Müller, é uma das convidadas do Seminário Causa Animal. 


*Fonte: al.rs.gov.br 


quinta-feira, 22 de abril de 2021

ACPA lança nesta quinta o regulamento do livro ‘Histórias que precisam ser contadas’

 


Por meio de uma live, na noite desta quinta-feira, 22, às 20h30min, a Associação de Conservação e Proteção aos Animais de Santiago, lançará o regulamento do livro ‘Histórias que precisam ser contadas’, com o objetivo de reunir histórias de resgates, adoção de animais e como animais contribuíram para a transformação da vida das pessoas. 

Trata-se de uma obra financiada pela prefeitura de Santiago, através da Lei Aldir Blanc, pelo edital Terra dos Poetas.

Poderão enviar seus textos (de até 3 páginas) e participar do livro moradores da cidade de Santiago. Os textos devem ser enviados para acpa.santiago@gmail.com até 10 de maio. O livro será editado pela Casa do Poeta de Santiago. O lançamento deverá ocorrer no mês de maio. 

O regulamento pode ser conferido AQUI

Mais informações nas redes sociais da ACPA 


quinta-feira, 1 de abril de 2021

Eu acho que eu vi 1 gatinho

 


E não era 1 gatinho, eram 4! 

Esta é a história de um resgate feito por partes e que teve final feliz! 

Há mais ou menos um ano, a voluntária Marcela Langendorf começou a alimentar uma gatinha de rua, bem arisca. Só que recentemente ela ficou prenha e  acabou dando cria no forro de uma residência próximo de sua casa. “Eu estava monitorando ela, depois deu cria e eu não achava onde, uns 30 dias depois escutei uns miados vindos de uma casa”, contou. 

A partir daí, iniciou a saga para tentar resgatar a família felina. As voluntárias Marcela, Daiane Cantoni, Larrana Machado, Lisione Pivoto e a médica veterinária, Dra. Eva Müller, reuniram-se e uma delas subiu no telhado. Pelo buraco, Larrana pegou um gato, mas avistou mais dois. “Esse levei para casa, dei banho e fiz o vermífugo, deixamos a armadilha para pegarmos os outros”, explicou Marcela. No outro dia, ela retornou à residência e os dois gatinhos tinham sido pegos pela armadilha, assim, também foram resgatados. “Levei para casa, limpei, alimentei e doei, lindos e amados!”. 

Achando que a história estava finalizada, Marcela levou a gata para castração na médica veterinária, Dra. Andréia Neves Vargas, da Saúde Animal Pet Shop, deixando a felina presa para a recuperação. Passados cerca de três dias, a protetora ouviu miados de filhote vindos da residência do resgate. Marcela lembra que ficou desesperada, pois percebeu que ainda havia um gatinho e entendia que o bichinho iria morrer no local, sem água, nem comida. Assim, lá foi Marcela novamente para o telhado: “Arranquei umas tábuas que colocaram pra fechar a entrada por onde a mãe entrava e deixei a armadilha com comida, mas a gata nos ganhou, fugiu da minha casa (onde estava recuperando-se da castração), foi lá, pegou o gatinho e escondeu em outro lugar, segundo a dona da casa”.  

Foram uns quatro dias procurando a gata e o filhote. Na casa onde nasceram, a proprietária comentou que não tinha escutado e visto mais nada e que já tinham fechado com cimento o telhado, impedindo a entrada e saída. A surpresa é que, Marcela começou a ouvir um miado desesperado. Adivinha? A gata havia subido no telhado e agora estava trancada lá dentro com o filhote. 

É aí que inicia a última parte do resgate, na quarta-feira (31). As protetoras Marcela, Daiane, Larrana e Lisione, além de Cátia Moraes, abriram o forro, começaram a chamá-los e deu tudo certo. “Mãe e filha resgatadas, estão em minha casa recebendo tratamento e cuidados, após, vou procurar um lar cheio de amor”. 

Na proteção “de verdade” como disse Marcela, ninguém larga a mão de ninguém, “somos uma equipe maravilhosa por eles, os animais que não tem voz”. 


ADOÇÃO RESPONSÁVEL: Todos os gatinhos foram doados para tutores responsáveis. Sabe de alguém ou já quer ir se candidatando para adotar a mamãe? Além disso, no canil, tem muitos cães e gatos esperando um lar com amor. Curta a fan page e saiba mais. 














Fotos: arquivo pessoal